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Marketing neurolinguístico
Comunicação

Marketing neurolinguístico: o que é e como aplicar na comunicação da sua empresa

Comunicação | 5 MINUTOS PARA LER Marketing neurolinguístico: o que é e como aplicar na comunicação da sua empresa A linguagem faz parte da interação humana e por isso dominá-la é tão importante para a comunicação das marcas. Afinal, não é fácil criar um relacionamento sólido com os clientes, mas algumas estratégias podem ajudar, e o marketing neurolinguístico vai elevar sua comunicação. O marketing neurolinguístico, é uma ferramenta que potencializa a persuasão da empresa e que por isso, merece a atenção dos profissionais da área que buscam resultados mais efetivos. Você sabia que é possível estimular pensamentos e comportamentos a favor do seu produto ou serviço? Esse é o principal pilar da programação neurolinguística e utilizada por diversas marcas famosas. Quer saber mais sobre esse assunto? Preparamos um conteúdo explicando como funciona o marketing neurolinguístico e qual a importância de aplicar na comunicação da sua empresa. Veja: Conteúdo O que é neurolinguística? A neurolinguística é a ciência que busca compreender a relação entre o cérebro e a linguagem, ou seja, como ela é elaborada pelo sistema neurológico. O estudo é de todas as formas de linguagem, seja ela escrita, falada ou assinalada. Essa análise é essencial para compreender como a linguagem influencia no comportamento humano, assim como ajuda a descobrir se é possível programar a produção de pensamentos e sentimentos. Devido a essas características, a ciência da neuro linguagem interessa a diversas áreas profissionais, como a psicologia e a educação. Mas além delas, tem sido aplicada dentro das estratégias de marketing das empresas. Como a neurolinguística pode ser usada no marketing? Nos estudos da neurolinguística são realizados experimentos que tem o objetivo de analisar como o cérebro reage diante de certas situações. Assim, é possível compreender melhor o que acontece com o consumidor diante de campanhas. Por exemplo, imagine que uma marca de fraldas planejou um comercial no qual a criança chora sem parar durante o vídeo e ela quer descobrir se está causando o efeito desejado no seu público-alvo. Por meio de um teste neurolinguístico, são reunidas algumas pessoas para entender como o cérebro desses consumidores reagiu assistindo a cena. Ou seja, se ela conquista o objetivo de chamar a atenção das mães para o produto. Esses estudos se abrangem a várias descobertas e as informações percebidas são coletadas para que possam ser usadas pelos profissionais de marketing tornarem suas campanhas mais efetivas. Com isso, são desenvolvidas ações e estratégias com base em dados científicos e não apenas com base na opinião da equipe. Esse processo é chamado de Programação Neurolinguística e você vai entender melhor como funciona a seguir. Programação neurolinguística dentro do marketing de conteúdo Conhecida como Programação Neurolinguística ou PNL, essa abordagem parte do princípio de que devido a relação entre o cérebro e a linguagem, é possível “programar” os pensamentos e comportamentos humanos. Essa técnica é muito utilizada na psicoterapia, no desenvolvimento pessoal e também na comunicação, área que nos interessa nesse conteúdo. Já pensou conseguir estimular um comportamento nos consumidores a favor da sua marca? Tudo isso é possível devido aos estudos comentados anteriormente, os quais buscam identificar padrões de pensamentos e comportamentos humanos na conexão entre linguagem e sistema nervoso. Após identificar esses padrões, eles podem ser mantidos ou alterados. As técnicas de Programação Neurolinguística, por meio dos cinco sentidos, conseguem criar novos modelos comportamentais. Ou seja, você pode estimular a visão, audição, paladar, tato e olfato do consumidor para atraí-lo até o seu produto ou serviço. Uma forma de potencializar a sua persuasão. Por esse motivo, a PNL é um recurso que chama a atenção dos profissionais de comunicação e marketing. O planejamento de campanhas com base nessa ideia pode ser muito mais assertivo, com resultados animadores. Como usar a programação neurolinguística no marketing de conteúdo? Se você acha que o marketing neurolinguístico serve apenas para um tipo específico de campanhas, está enganado. Na verdade, é possível aplicar a programação neurolinguística em diversas estratégias, inclusive na produção de conteúdo. Isso porque, fazer conteúdo para a internet não é um trabalho simples, também exige um planejamento para atingir o público-alvo de forma assertiva e a PNL pode ajudar a tornar esse processo mais eficaz para as empresas. Como mencionado anteriormente, essa técnica estimula comportamentos e ações nos consumidores. Logo, se usada corretamente na hora de escrever as postagens das suas redes sociais, colabora para uma comunicação mais específica. Para usufruir dos benefícios do marketing neurolinguístico é necessário ir além de escolher as palavras ideais. É preciso lembrar dos recursos sensoriais que estimulam o seu cérebro e criam uma conexão maior da linguagem com o público. No formato online, obviamente, os sentidos são limitados. Mas existem três principais que podem ser aplicados nas estratégias: o apelo visual, apelo auditivo e a sinestesia. Veja um breve resumo de cada: Apelo visual: estimula o consumidor por meio de imagens, símbolos ou fotografias. Muito utilizado na comunicação das marcas na internet para chamar a atenção; Apelo auditivo: estimulado por vídeos com áudio, podcasts e mensagens reproduzidas com som. Pode ser um complemento ao recurso visual nas publicações; Apelo sinestésico: estimulado pelos conteúdos que trazem a ideia de movimento ou interação do público com a postagem. Um recurso que foge do comum. Esses recursos sensoriais são uma forma de tornar a sua comunicação mais dinâmica, fugindo um pouco dos clichês já conhecidos do marketing. Afinal, o público busca por inovação. Além disso, o marketing neurolinguístico colabora para que a sua linguagem esteja alinhada à do cliente. Mas para isso, é preciso conhecer quem são as pessoas que têm interesse no seu produto ou serviço e como eles se comunicam no dia a dia. Assim, a empresa poderá elaborar o seu planejamento de marketing com o tom ideal e as expressões idiomáticas que mais se aproximam do público-alvo. Facilitando então, o relacionamento com eles. A dica é deixar a comunicação da marca cada vez mais personalizada, ou seja, com a linguagem mais semelhante possível ao do consumidor, para que ele se identifique e tenha respostas emocionais. Marketing neurolinguístico vale a

geração de leads imobiliário
Planejamento Estratégico, Growth

Geração de Leads imobiliários: Um Guia Completo para Gerar Leads no Piloto Automático

Marketing Digital | 12 MINUTOS PARA LER Geração de Leads imobiliários: Um Guia Completo para Gerar Leads no Piloto Automático O maior objetivo de qualquer estratégia de marketing digital é gerar novos leads que podem se tornar cliente, a geração de leads imobiliários é um pouco ainda mais desafiadora. Uma forte presença digital é uma ótima maneira de alcançar seu público, mas você precisa maximizar suas oportunidades para transformar visitantes do site em leads. Pode ser um desafio descobrir quais métodos trarão mais leads, e os que funcionam melhor dependem das necessidades e da marca da sua empresa. Então, como você pode determinar qual trará os leads de maior qualidade para o seu investimento? Neste post, irei abordar as 5 das melhores estratégias de marketing digital para geração de leads imobiliários, mas isso irá ajudar em outros segmentos, pois a premissa será a mesma. Continue lendo para saber mais sobre os canais que você pode usar para gerar leads imobiliários de qualidade para a sua marca. Campanhas de marketingque impactam as métricasque melhoram sua empresa Veja como podemos fazer Cleverson de Almeidajá gerou os seguintesresultados para os clientes: R$ 6 Milhões NA RECEITA DE CLIENTES 7,8 milhões LEADS PARA CLIENTES 5,2 milhões CONTATOS PARA CLIENTES Conteúdo 1. Otimização para mecanismos de busca (SEO) A otimização de mecanismos de pesquisa, ou SEO, é uma das maneiras mais eficazes de atingir seu público-alvo. Envolve melhorar as classificações do seu site nos resultados de pesquisa para palavras-chave e frases específicas, o que ajuda seu público a encontrá-lo quando estiver procurando por serviços ou informações, ajudando na geração de leads imobiliários. É especialmente importante quando você considera que 75% das pessoas não passam da primeira página de resultados quando usam mecanismos de pesquisa como o Google. Isso significa que é importante que seu site apareça entre os primeiros resultados para atrair tráfego de usuários que procuram os serviços que você oferece. Mesmo se você estiver na segunda página, muitas pessoas não verão seu site. Existem alguns passos importantes que você precisa seguir para começar a usar o SEO para geração de leads imobiliários. Seleção de palavra-chave O primeiro passo para criar uma estratégia de SEO é escolher as palavras-chave que você deseja segmentar. Você deseja alcançar os usuários enquanto eles pesquisam informações, mas isso requer saber exatamente o que eles estão procurando. SEO envolve a otimização de palavras-chave e frases específicas – então, como você escolhe quais segmentar em sua estratégia? Para descobrir suas palavras-chave, você precisará realizar uma pesquisa de palavras-chave. O primeiro passo da pesquisa de palavras-chave é fazer um brainstorming de uma lista de possíveis palavras-chave. Isso lhe dará uma ideia dos tipos de palavras-chave que você deve utilizar, sempre focando em seu objetivo, que é a geração de leads imobiliários. Você também deve escolher palavras-chave que sejam de “cauda longa” ou que tenham três ou mais palavras. Por exemplo, se você escolher a palavra-chave “imóveis” e está tentando alcançar clientes para aquisição de casa, use palavras-chave como ” casa à venda em Curitiba ” em vez de “comprar casa”. Palavras-chave de cauda longa são uma opção muito melhor do que palavras-chave curtas e amplas porque indicam uma intenção de pesquisa mais clara, a famosa criação de conteúdo para fundo de funil para a geração de leads imobiliários. Os usuários realizam pesquisas específicas quando desejam resultados específicos, o que significa que é mais provável que sua empresa seja adequada para o que eles estão procurando. Você quer se concentrar em palavras-chave de cauda longa porque há menos concorrência. Como suas palavras-chave são mais específicas, menos empresas as utilizam. Isso torna mais fácil para sua empresa ter uma classificação mais alta para essas palavras-chave. Você pode usar uma variedade de ferramentas gratuitas para descobrir quais palavras-chave são melhores para sua estratégia de geração de leads imobiliários. Uma das opções mais populares é uma extensão do Chrome chamada Keywords Everywhere. Essa ferramenta mostra o volume de pesquisa e o nível de concorrência para qualquer palavra-chave, o que pode ajudá-lo a tomar decisões mais informadas. Otimização SEO é um processo contínuo e há muitas etapas que você pode seguir para aumentar sua presença nos mecanismos de pesquisa. O Google analisa centenas de fatores ao fornecer resultados para qualquer pesquisa. Ainda assim, alguns elementos causam um impacto maior do que outros, essas são três áreas nas quais você pode concentrar seus esforços para aumentar sua visibilidade e a geração de leads imobiliários. Otimização na página A otimização na página é importante para trazer usuários ao seu site. Um dos aspectos mais importantes da otimização on-page é a utilização de palavras-chave.  Se você estiver tentando classificar uma palavra-chave, use essa palavra-chave em toda a página. Isso pode estar no título, meta descrições, títulos e no texto. Isso mostra aos mecanismos de pesquisa sobre o que são suas páginas para que possam classificá-las de acordo aumenta a inteção em ajudar na geração de leads imobiliários. Criação de links Os mecanismos de pesquisa desejam fornecer aos seus usuários os melhores resultados possíveis, o que significa que eles desejam direcioná-los para sites relevantes e confiáveis. Eles determinam a confiabilidade de cada site com base em seus backlinks. Estes são links para o seu conteúdo em outros sites de autoridade. Isso mostra os mecanismos de pesquisa que outros proprietários de sites consideram seu site digno de enviar tráfego. Portanto, quanto mais links você tiver de sites respeitáveis, mais confiável o Google e outros mecanismos de pesquisa verão seu site. Isso aumenta a credibilidade do seu site e, como resultado, melhora sua classificação nos resultados de pesquisa. Isso aumenta sua visibilidade nos mecanismos de pesquisa e o ajudará a se aproximar de suas metas de geração de leads imobiliários. Experiência de usuário Seu site precisa fornecer uma experiência positiva ao usuário. A experiência do usuário afeta quanto tempo os visitantes estão dispostos a gastar em seu site, e você pode melhorá-la certificando-se de que certos aspectos do seu site estejam funcionando bem para a geração de leads imobiliários. Velocidade da página Os usuários odeiam páginas

site personalizado
Vendas, Growth, Marketing Digital

Site personalizado: 6 maneiras de fazer seu site ser melhor do que a concorrência

Vendas | 10 MINUTOS PARA LER Site personalizado: 6 maneiras de fazer seu site ser melhor do que a concorrência Você já visitou um site e sentiu que o conteúdo prendeu e de alguma forma se conectou com você? Se sua resposta foi sim, você já experimentou um site personalizado. Site personalizado é uma poderosa ferramenta para incentivar seus clientes em potencial a se envolverem e comprarem da sua empresa. Mas o que é isso, e como você pode fazer isso? Nesse post, irei abordar tudo o que você precisa saber para deixar seu site personalizado focado em seu cliente, vamos lá. Obs: Quer receber ideias, dicas e truques que levam seu marketing para o próximo nível? Insira seu nome e e-mail para assinar a newsletter e obter mais informações exclusivas toda segunda-feira diretamente no seu e-mail! Conteúdo O que é personalização de site? A personalização do site ou site personalizado é o processo de criação de uma experiência diferenciada, muitas vezes única, para visitantes individuais à medida que visitam seu site. Essa experiência personalizada inclui tudo, desde recomendações de produtos escolhidos até ofertas exclusivas. Com a personalização da Web, você cria uma melhor experiência do usuário ao entregar o que seu público deseja e precisa. 3 benefícios de um site personalizado Então, por que você deve fazer a personalização do seu site? Aqui estão três benefícios de criar uma experiência única para o seu público: 1. Um site personalizado tem maior envolvimento Um dos benefícios mais significativos de personalizar seu site é o aumento do engajamento. Nosso dia a dia é corrido, por isso, os clientes em potencial não têm tempo a perder procurando produtos que não desejam ou receber ofertas irrelevantes. As pessoas querem informações e ofertas adaptadas aos seus interesses, e é por isso que um site personalizado é fundamental para aumentar o engajamento. Você precisa fornecer as informações que as pessoas mais desejam para que elas permaneçam envolvidas com o seu negócio. E as pessoas também querem ver conteúdo e ofertas personalizadas. Na verdade, 54% das pessoas querem ver conteúdo personalizado de acordo com seus interesses. Portanto, ao entregar o que seu público deseja, é mais provável que eles se envolvam mais com sua empresa. 2. A personalização do site gera mais vendas Um grande benefício de um site personalizado é que ele aumenta as vendas do seu negócio. Quando você entrega conteúdo, produtos e ofertas especiais adequadas ao seu público, eles se interessam pelo que você oferece. Uma vez que eles analisam o que você está oferecendo, é mais provável que comprem porque você forneceu o que eles precisavam. Como resultado, você aumenta as vendas da sua empresa. 3. A personalização do site aumenta a fidelidade do cliente Se você personalizar seu site, verá uma maior fidelidade do cliente. As pessoas não querem se sentir como apenas mais um número para sua empresa. Eles querem sentir que você os valoriza como cliente. Ao personalizar seu site, você faz com que seus clientes sintam que está dedicando tempo para conhecê-los e oferecer uma experiência personalizada. Como resultado, é mais provável que eles permaneçam com sua marca porque confiam que você fornecerá exatamente o que eles desejam. 6 exemplos de como ter um site personalizado e ter mais sucesso Então, como você pode fazer a personalização em seu site? Aqui estão alguns exemplos de personalização de sites que você pode usar: Recomendações; Conteúdos dinâmicos; Pop-ups; Resultados da barra de pesquisa; Mensagens de bate-papo; Páginas de destino. Continue lendo para saber mais sobre o que esses exemplos de personalização de sites fazem para ajudar você a aumentar o engajamento e as vendas do seu negócio. Ideia nº 1 de personalização de sites: recomendações Uma das melhores ideias de personalização de sites é fornecer recomendações personalizadas ao seu público. Quando as pessoas compram em seu site, elas não podem descobrir todos os produtos que você oferece, nem têm tempo para vasculhar as páginas de produtos. Você pode facilitar para eles personalizando suas recomendações. Você pode oferecer recomendações personalizadas com base em produtos que seus clientes compraram anteriormente ou com base em seus comportamentos de navegação. A Amazon é um excelente exemplo de uso de recomendações de produtos para incentivar as pessoas a comprar mais produtos. Eles oferecem recomendações de produtos com base no que as pessoas compraram anteriormente. É um pouquinho de personalização que ajuda a incentivar compras repetidas. A Amazon também oferece recomendações de produtos com base nos produtos que as pessoas navegam. Por exemplo, se você estiver vendo vasos de flores, a Amazon fará recomendações de produtos semelhantes à página do produto que você está visualizando. Dessa forma, se o produto não for exatamente o que o comprador deseja, ele poderá ver ofertas semelhantes que podem se adequar ao que eles precisam. As recomendações são uma ótima maneira de personalizar a experiência do seu público, ajudá-los a encontrar os produtos certos e fazer com que continuem comprando produtos. No caso de venda de serviços coloque conteúdos a disposição das dúvidas que o cliente possa ter, isso irá ajudá-lo na tomada de decisão. Ideia site personalizado nº 2: conteúdo dinâmico O próximo em nossa lista de exemplos de personalização de sites é o conteúdo dinâmico. Conteúdo dinâmico é informação na página que muda dependendo de quem visita o site. Este conteúdo é gerado com base em: Comportamento do usuário: o conteúdo é gerado com base em comportamentos como quais páginas e produtos um usuário visita, se ele adicionar produtos ao carrinho e quanto tempo ele passa no seu site. Características: Seu conteúdo se adapta dependendo da demografia e da localização da pessoa que visita seu site. Dados: Ao usar conteúdo dinâmico, o que aparece em seu site depende dos dados do usuário. Esses dados incluem compras anteriores e engajamentos com conteúdo de marketing. Um exemplo de conteúdo dinâmico é mudar a forma como você se dirige a alguém quando visita seu site. Por exemplo, digamos que você tenha uma loja de materiais para atividades ao ar livre.

desvantagens das redes sociais
Mídia social

7 desvantagens das redes sociais para sua empresa

Planejamento Estratégico | 5 MINUTOS PARA LER 7 desvantagens das redes sociais para sua empresa As redes sociais se tornaram parte da rotina da maioria das pessoas, o que antes eram plataformas de interação, hoje são utilizadas por diferentes motivos devido a variedade de funções que oferecem. Com isso, muito se fala da importância de as empresas estarem presentes nessas mídias e conversarem com o seu público-alvo. Porém, quase ninguém se atenta às desvantagens das redes sociais pode trazer para uma marca. Quer conhecer quais são os pontos negativos das redes sociais para uma empresa? Continue a leitura. Preparamos um conteúdo com as principais desvantagens das redes sociais e como evitá-las. Veja: Conteúdo Quais são as desvantagens das redes sociais para as empresas? Os problemas do uso das mídias sociais estão relacionados a falta de uma boa gestão, ou seja, a contratação de profissionais exclusivamente para cuidar da presença online da marca nas redes. Logo, é importante conhecê-los para saber como solucionar e tornar as redes uma forma de oportunidade e não deixar as desvantagens das redes sociais afetar seu negócio. Conheça agora quais são as principais desvantagens das redes sociais para sua marca: 1. Exigem uma frequência de postagens Uma das principais desvantagens das redes sociais para as marcas é que elas exigem dedicação para manter as contas atualizadas. Para criar uma presença digital a empresa precisa investir em uma frequência alta e constante de postagens. Isso porque, se o potencial cliente entra na página da marca e o último post é de muito tempo atrás, pode causar a sensação de uma rede social abandonada. Com isso, a empresa perde a credibilidade com o consumidor. Então, se os gerenciadores não têm como direcionar um profissional para cuidar especialmente das mídias sociais, precisa tomar cuidado. Afinal, de nada adianta uma página que não é atualizada. 2. Cuidado na produção de conteúdo Além de estar atento à quantidade de postagens, as empresas devem também cuidar do conteúdo oferecido ao público das redes sociais. Pois, a escolha errada de assuntos e a forma de abordagem pode prejudicar a imagem da marca. A produção de conteúdo irrelevante aos consumidores os distancia da empresa, algo que ninguém deseja. Por isso, é preciso evitar postagens que repetem o mesmo tema ou não conversam com os interesses do público-alvo. Lembre-se que as redes sociais não servem apenas para divulgar produtos e serviços, mas sim criar uma conexão com o cliente para aumentar as chances de conversão e fidelização. 3. Exposição a críticas Outro ponto que não é legal das mídias sociais é que elas deixam qualquer um exposto a críticas, inclusive as empresas. Já que, os comentários são abertos e outras pessoas podem ler as opiniões ali colocadas. Dessa forma, a marca fica sujeita a sofrer consequências do compartilhamento de pensamentos sobre algum produto ou serviço que oferecido, que não necessariamente é verdade, mas que os usuários da internet podem acreditar. Além do risco de viralizar por um motivo negativo, ou seja, caso a empresa faça alguma postagem que alguém considere ofensiva e acabe se espalhando de forma muito rápida pelas plataformas digitais, prejudicando a sua imagem. 4. Vazamento de informações privadas As redes sociais ainda não são consideradas totalmente seguras quando falamos da privacidade de dados. Os usuários precisam tomar cuidado para não sofrerem com o vazamento de informações, ainda mais se forem uma conta de empresa. Essa falta de segurança é motivo até mesmo de processos jurídicos devido à exposição de dados por parte de plataformas conhecidas da internet. O Facebook é um exemplo. Além disso, não são só os proprietários da empresa que estão suscetíveis a esse problema, as informações privadas dos clientes também podem ser vazadas. Algo que pode gerar um conflito ainda maior. 5. Falhas na comunicação A presença de uma marca nas redes sociais tem como um dos objetivos aumentar o relacionamento com o cliente. Porém, a falta de uma administração correta pode fazer justamente o contrário e provocar problemas de comunicação. Isso porque, é essencial que haja um profissional disponível para responder as mensagens enviadas pelos consumidores. Pois, quando não recebem um retorno da empresa, perdem a confiança e credibilidade na marca. Logo, se for para estar nas mídias sociais, invista na gestão das plataformas. Esteja atento aos clientes e sempre atualizando informações, evite que o público se sinta ignorado pela empresa. 6. Demora no retorno de investimento Quando as marcas planejam ações estratégias de marketing geralmente buscam por resultados a curto prazo, a fim de que o investimento com lucro retorne para as contas da empresa o mais rápido possível. Porém, quando falamos de redes sociais é preciso um pouco mais de paciência para notar respostas nas campanhas e por isso, podemos citar esse fator também como uma desvantagem para os gestores de marca. Quando falamos de ROI (Retorno sobre investimento) em estratégias de redes sociais para as marcas, conseguimos mensurar mais o valuation de uma marca do que propriamente dito as vendas e aquisição de leads. 7. Olhares da concorrência Por fim, a última desvantagem que vamos comentar é sobre como a marca fica exposta aos olhares da concorrência na rede social. Ou seja, é mais fácil para as empresas que disputam mercado com o seu negócio analisarem as suas estratégias, assim como você também tem acesso ao deles. Isso não é somente uma desvantagem para as redes sociais, mas para empresas que estão inseridas no mundo digital. Por meio das suas postagens nas mídias, os concorrentes podem descobrir os principais métodos utilizados para conquistar e reter clientes, criando ações para barrar ou superar essas estratégias. Logo, é necessário que os profissionais estejam aptos a aproveitar o melhor que as plataformas podem oferecer, a todo momento inovando para que você esteja sempre na frente da concorrência. Conclusão Depois de tudo aqui abordado, fica evidente que as redes sociais apresentam algumas desvantagens e por isso exigem um cuidado especial no gerenciamento por parte das empresas. É claro que a presença online é importante e ajuda na construção

estratégia defensiva
Planejamento Estratégico

Libere o potencial de sua empresa com uma estratégia defensiva de marketing

Planejamento Estratégico | 7 MINUTOS PARA LER Libere o potencial de sua empresa com uma estratégia defensiva de marketing As empresas gastam uma quantidade exorbitante de tempo pensando em crescimento, como adquirir mais leads, clientes e lucros, mas há valor em adotar uma abordagem de estratégia defensiva para ver onde as maiores oportunidades são perdidas. Conteúdo O que é estratégia defensiva Apesar do termo “defensivo”, as empresas que adotam essas estratégias não estão sendo “atacadas” por alguém ou empresas. Esse termo refere-se à maneira como as organizações reagem às inovações que o ambiente ofensivo que vem com o passar do tempo. Em geral, empresas de pequeno e médio porte não possuem setores desenvolvidos com especialistas em cada função, justamente pelo orçamento menor. Mas ainda assim existem caminhos para se alcançar o objetivo. Esses dias tirei um tempo de folga e fui jogar xadrez contra o computador recentemente. Lembrei-me de jogar o jogo quando era adolescente, mas não jogava há 10 anos ou mais. O computador me deu a versão resumida das instruções para refrescar minha memória e me deixou mover primeiro. É importante notar que na maioria das vezes eu perdia para amigos e principalmente para o PC em praticamente qualquer jogo de tabuleiro, mas de alguma forma eu consegui uma vitória neste jogo de xadrez. Eu pensei naquele momento da vitória: “Usei uma estratégia simples em cada movimento”, o que me deixou ainda mais pensativo em como consegui ganhar da máquina. O que eu fiz para ganhar? Nem uma vez eu fiz um movimento para alcançar o maior número de peças viradas a meu favor no final da minha vez. Em vez disso, cada movimento foi focado em limitar o dano potencial que a máquina poderia fazer em sua próxima jogada. Foi 100% uma estratégia defensiva. Houve momentos em que fiquei tentado a ir atrás de uma grande jogada ofensiva, mas mantive a estratégia defensiva e valeu a pena. Minha estratégia defensiva, embora eu não soubesse disso na época, era baseada em um modelo mental chamado inversão. Com esse modelo mental, em vez de atacar problemas ou objetivos de frente, podemos abordá-los de trás para frente e antecipar o que atrapalha esse objetivo. Como a inversão se aplica à estratégia defensiva de negócios? Comecei a pensar mais naquele jogo de xadrez, e me ocorreu que muitas vezes gasto muito tempo e energia sendo ofensivo. Estou constantemente pensando em otimizar as ações de marketing ou modificar o caminho que foi adicionado no planejamento estratégico: tráfego, novos clientes, receita, lucro, conhecimento, experiência. Meus clientes também são todos muito ofensivos. Eles vêm até nós para aumentar seus leads, novos clientes e receita. Mas, comecei a pensar, estamos todos gastando muito tempo pensando com uma mente ofensiva? Deveríamos nos perguntar com mais frequência o que não deveríamos estar fazendo, ou como é perder, em vez do que deveríamos estar fazendo mais? Você define algumas de suas metas não apenas estabelecendo metas de crescimento que deseja atingir, mas também estabelecendo obstáculos que deseja evitar. Você pensa para trás. Adotar uma abordagem de estratégia defensiva nos ajuda a criar um plano de marketing mais abrangente. Em vez de apenas perseguir as grandes vitórias impressionantes, também podemos evitar perdas substanciais com uma abordagem completa. Com a inversão, invertemos nosso ponto de vista e, em vez de pensar em coisas que queremos que aconteçam, pensamos em coisas que não queremos que aconteçam. Estratégia defensiva: Por que a defesa é tão subestimada? A defesa não é tão excitante quanto o ataque, pois é um pensamento que a sociedade impõe. Você se lembra de algum jogador do meio pra trás que ganhou a bola de ouro ou do campeão com mais desarmes? Fácil… você se lembra da estrela ofensiva… o gol nos segundos finais, a cesta de três pontos para a vitória, o nocaute, tenho certeza que sim. Além disso, “defesa” lê-se passiva e pior, “defensiva” lê-se fraca. Ninguém quer ser conhecido por isso – mesmo quando “a defesa ganha campeonatos” é um dos refrões mais consistentes nos esportes. Então as pessoas se concentram mais. Mais oferta, mais pontos, mais leads, mais dinheiro, mais opções, mais coisas. E se aplicássemos a inversão, e cada movimento que fizéssemos não fosse feito para ir atrás do ganho mais agressivo, mas para minimizar o dano contra movimento resultante do nosso oponente. E se pudéssemos melhorar ou remover de forma incremental as coisas que mais nos atrasam? Vamos tentar a inversão para criar metas e KPIs Para construir uma estratégia defensiva mais forte e um plano de marketing abrangente, a inversão pode ajudá-lo a identificar seus pontos fracos e melhorar suas especialidades, parecido com a Matriz SWOT. Considere os piores cenários para o seu negócio. Pense no que você quer evitar a todo custo e crie metas negativas – o que você espera que nunca aconteça. Isso o ajudará a determinar metas e KPIs importantes para evitar que aconteça. Por exemplo, talvez uma das seguintes metas negativas se aplique a você: Não quero perder um grande cliente; Não quero perder um membro importante da minha equipe; Eu não quero que meu pipeline seque; Não quero demissões devido à recessão ou de outra forma. Agora vamos inverter nossos medos e criar metas focada na estratégia defensiva Listar o que você não quer que aconteça pode ajudá-lo a entender o que pode levá-lo a esses caminhos. Adotar essa abordagem de mente aberta e identificar seus resultados negativos pode ajudá-lo a criar metas que irão equilibrar suas preocupações e o colocarão no caminho certo. Aqui estão alguns exemplos de como esses “objetivos” invertidos podem ser transformados em KPIs que você pode acompanhar para se manter responsável: Não quero perder um grande clienteKPI: Nenhum cliente representa mais de 10% da nossa receita anualNão quero perder um membro importante da minha equipeKPI: Mensal 1 em 1s para avaliar a satisfação dos funcionáriosEu não quero que meu pipeline sequeKPI: novos MQLs por mês/expandir o limite de CPANão quero demissões devido à recessão ou de outra formaKPI: Relação funcionários

Ranqueamento orgânico
Marketing de Conteúdo, SEO - Search Engine Optimization

Como melhorar a taxa de cliques da busca orgânica do seu conteúdo em 2023

SEO – Search Engine Optimization | 11 MINUTOS PARA LER Como melhorar a taxa de cliques da busca orgânica do seu conteúdo em 2023 Antes de iniciar o contexto vou explicar o que é a taxa de cliques (CTR – Click Through Rate) da busca orgânica do seu conteúdo.  Ela é usada para avaliar o desempenho de suas palavras-chave, anúncios e listagens gratuitas. CTR é o número de cliques que seu anúncio recebe dividido pelo número de vezes que seu anúncio é exibido : cliques ÷ impressões= CTR. Conteúdo A taxa de cliques da sua busca orgânica (CTR) pode ser difícil de prever nos dias de hoje. Para obter uma boa CTR, você tem que ter uma porcentagem maior de pesquisadores clicando em seu link, agora você precisa ter uma boa classificação nas páginas de resultados do mecanismo de pesquisa do Google (SERPs). E classificar bem significa muito mais do que ficar em primeiro lugar no ranqueamento orgânico. Então, o que uma marca ou empresa deve fazer para se classificar bem e atrair mais cliques no link? A chave é otimização de site e páginas não apenas para classificações de pesquisa, mas também para outros recursos de SERP. Quais são esses outros recursos de SERP e por que eles são essenciais para suas taxas de cliques na busca orgânica? Responderei a essas perguntas e irei descrever as práticas recomendadas para aumentar seus CTRs orgânicos neste blog. Mas antes de chegarmos à parte central, aqui está um breve tour pelos conceitos básicos de SERPs do Google: SERPs: Ao pesquisar qualquer assunto na Pesquisa do Google, ele retorna sua consulta com páginas e mais páginas de resultados. Essa resposta é o que os especialistas em SEO (Search Engine Optimization) chamam de SERPs. Observe que os resultados não são aleatórios para o ranqueamento orgânico, mas classificados com base em um algoritmo que filtra as páginas mais relevantes da web para o usuário. As tendências anteriores nos disseram que o resultado de classificação mais alta atraiu mais cliques, e vemos isso totalmente normal, pois você não pula os primeiros links e nem vai direto para a segunda página correto? Resultados de pesquisa pagos: Tecnicamente, são anúncios. Eles são exibidos acima dos resultados orgânicos ou na barra lateral direita dos SERPs do Google para chamar a atenção das pessoas imediatamente. Essa parte significativa do espaço digital é conquistada pelo maior lance para termos de pesquisa específicos no Google Ads. Resultados de pesquisa orgânica: este posicionamento é ganho, não pago, mas as entidades podem competir pela primeira posição, por isso o investimento em otimização do site tem que ser constante. O resultado de classificação mais alta aparece logo abaixo da barra paga ou de pesquisa se não houver resultados pagos para a consulta. A Anatomia Dos Resultados De Pesquisa da Busca Orgânica Por muito tempo, o design dos resultados da pesquisa parecia mais ou menos o mesmo. Aqui está o que os pesquisadores em 2006 viram depois de enviar suas consultas ao Google: Este é o SERPs do Google em 2010 Fonte para ambas as imagens: MintTwist Uma pesquisa rápida mostrará que as coisas parecem diferentes hoje, mas o denominador comum entre aquela época e agora permanece: resultados de pesquisa de busca orgânica tradicionais. Também chamado de snippets padrão, esse grampo de página de resultados de pesquisa é reconhecido por seus três elementos essenciais: Título ou título (em azul): O componente mais elevado, é o que os pesquisadores clicam para acessar sua página do ranqueamento orgânico. Descrição da página: Duas linhas, fornece aos usuários algumas informações sobre o que ele irá encontrar na página do resultado da busca orgânica. Caminho do URL (em preto, costumava ser em verde): Também clicável, mas aparece apenas para dar suporte ao título. Apresentando os Recursos SERP Como mencionei anteriormente, os snippets de pesquisa não tradicionais agora também preenchem os SERPs. Esses recursos adicionais satisfazem a intenção de pesquisa sem a necessidade de direcionar os usuários para uma página diferente, o que os especialistas chamam de pesquisas com zero clique. Como resultado do ranqueamento orgânico, o Google tem sido criticado porque esses rich snippets tendem a consumir as taxas de cliques orgânicas dos sites. Mas, pelo contrário, com suas imagens e layouts que chamam a atenção, os recursos SERP apresentam marcas e empresas com a oportunidade de reforçar seu CTR perante os algoritmos do Google. A tabela abaixo lista os recursos mais comuns da página de resultados de pesquisa da busca orgânica de acordo com a Moz. Claro, não vou discutir todos eles em detalhes. Mas confira as minhas principais escolhas, uma breve descrição de cada uma e como obtê-las para as páginas do seu site após a tabela. Trechos em destaque no ranqueamento orgânico Ao contrário do formato padrão, os trechos em destaque fornecem primeiro o texto descritivo, seguido pelo título e logo após pelo link. Eles geralmente são encontrados acima de listagens orgânicas, na chamada posição zero das páginas de resultados das buscas orgânicas. Esse recurso de SERPs funciona para perguntas informativas. Isso porque ele extrai informações específicas da página de destino, permitindo que os pesquisadores encontrem facilmente as respostas para suas perguntas. Como Obter Uma CTR Mais Alta Do Google Com Snippets Em Destaque A Moz disse que os trechos em destaque têm CTRs mais altas do que os resultados de pesquisa orgânica padrão. Então você também pode aprender como aumentar o tráfego de busca orgânica colocando sua página na posição zero: Qualquer consultor profissional de SEO orgânico que se preze saberia que almejar ou já ser o número um nas SERPs é a chave para alcançar a posição zero. E assim, continue produzindo conteúdo de qualidade superior para se manter competitivo para suas palavras-chave de destino. Em seu conteúdo, seja o mais informativo possível. Concentre-se em fornecer definições claras, listas ordenadas, listas não ordenadas, tabelas e formatos semelhantes. Cartão de Conhecimento Este widget de dados aparece na parte superior dos resultados da pesquisa na área de trabalho. Ele exibe informações básicas usando um gráfico, tabela ou

Funil pirata
Planejamento Estratégico

Como criar um poderoso funil de marketing

Marketing Digital | 27 MINUTOS PARA LER Como criar um poderoso funil de marketing passo a passo A chave para automatizar um fluxo consistente de leads qualificados é configurar um funil de marketing de qualidade. Todo ciclo de aquisição de leads pode e deve ser automatizado tornando seu comercial mais eficiente. Os funis de marketing orientam seu público-alvo através do processo de tomada de decisão e aprendizado que os leva a se tornarem clientes. Neste guia abrangente, mostrarei como fazer isso. Quando se trata de criar um funil de marketing poderoso, abordaremos: O que é um funil de marketing (+ exemplos) Os cinco estágios de um funil de marketing (+ o funil AIDA) Como criar cada etapa do seu funil Qualificação de leads em seu funil Mais fácil falar do que fazer, certo?  Se você precisar de ajuda e quiser criar um funil de marketing que funcione e atenda às suas necessidades, continue lendo! Conteúdo A diferença entre um funil de marketing e um funil de vendas Antes de continuarmos, vamos esclarecer algumas coisas sobre o funil de marketing e vendas. Embora às vezes confundido um com o outro, os dois funis não são de forma alguma os mesmos. Um funil de marketing move as pessoas para o estágio de conscientização e interesse. Quando os leads se encaixam nas personas do comprador da sua empresa e começam a considerar seu produto ou serviço, eles são canalizados para o processo de vendas para tentar a conversão. Essa dinâmica torna ideal que as equipes de marketing e vendas unam forças, alinhando seus esforços de forma mais eficiente com a jornada do cliente. No entanto, ainda é essencial diferenciar entre o funil de marketing e de vendas. O que é um funil de marketing? Um funil de marketing, também conhecido como funil de compra, é um roteiro estabelecido por uma empresa para orientar clientes em potencial desde sua primeira interação com a marca até se tornarem clientes pagantes. Esse roteiro geralmente consiste em anúncios pagos, mídias sociais, SEO, marketing de conteúdo e muitos outros canais.  Embora o conceito seja bastante simples, os funis de conversão podem ser muito complexos por vários motivos, incluindo: Existem muitos canais de marketing diferentes para escolher (anúncios pagos, SEO, etc.) Seus clientes podem ter vários pontos problemáticos (um médico que deseja uma ferramenta de pesquisa pode ter necessidades diferentes de um professor que precisa de uma ferramenta de pesquisa) Cada cliente tem um nível diferente de conscientização (alguns já ouviram falar da sua marca e estão procurando alternativas e outros nem sabem que existem soluções para o problema dele) Dadas essas variáveis, é fácil entender como a criação de um funil de marketing pode se tornar muito complexa rapidamente. Mesmo que você nunca tenha sentado para criar formalmente um funil de marketing, provavelmente já tem um funil sem saber. Veja um exemplo de como pode ser um funil de marketing: No entanto, a realidade é que a maioria das empresas tem vários funis. Além de capturar pessoas por meio de postagens em blog, uma empresa também pode capturar clientes em potencial por meio de anúncios pagos, marketing de influenciadores ou algum outro canal. Discutiremos mais adiante como escolher e qual canal segmentar, por hora fique ciente que não há apenas uma maneira de capturar novos clientes em potencial. O que é um exemplo de funil de marketing? Um exemplo de funil de marketing ou funil de compra pode ser alguém que percorre a jornada de compra por meio de: Postagem do blog > Lista de e-mails > Conversão Anúncio de podcast > Postagem do blog > Conversão Anúncio do Facebook > Página de destino > Conversão Publicação social do influenciador > Página de destino > Conversão Basicamente, se as pessoas estão comprando seu produto ou serviço online, você tem um funil de marketing, quer você saiba ou não. Aqui está uma coisa importante a ter em mente: Embora seu modelo de marketing possa parecer bastante claro e simples no papel, nem sempre é tão linear na vida real. Muitas vezes, há regressões e saltos à medida que as pessoas realmente passam pelo seu funil de marketing.  Por exemplo, no funil de marketing abaixo, embora tanto o cliente A quanto o cliente B tenham chegado por meio do marketing de conteúdo, eles tiveram jornadas de compras bem diferentes e experimentaram o funil de compra de maneira diferente: Essa é uma das razões pelas quais você deve criar um plano de marketing omnicanal, porque você nunca sabe onde vai captar potenciais clientes. Mesmo depois que um cliente fez uma compra, seu funil pode continuar com vendas cruzadas e upsells. Agora que você sabe o que é um funil e como ele funciona, provavelmente está se perguntando como construir um que use os canais mais apropriados para o seu negócio e não seja ridiculamente complicado. Depois de criar um funil de marketing que gera leads valiosos suficientes para sustentar uma receita de sete dígitos, eu queria compartilhar uma estrutura de funil de marketing que ajudará você a gerar leads de maneira confiável, independentemente dos recursos e do setor disponíveis no momento. Obtenha seu plano de marketing Como funciona um funil de marketing? (Etapas do Funil) Se você já usou um funil de papel ou plástico para colocar um líquido em uma garrafa, então você entende a ideia básica de como funciona um funil. Um funil de marketing funciona por meio de etapas, da seção mais ampla na parte superior (topo do funil) que atrai muitas pessoas, passando pela seção mais estreita no meio (meio do funil) e até a seção ainda mais estreita na parte inferior (parte inferior do funil) que é preenchido por compradores sérios: É por isso que a coisa mais importante a entender quando se trata de construir um funil de marketing ou compra é que você precisa olhar para ele da perspectiva do cliente. Fazer isso vai lhe poupar muitas suposições e dores de cabeça. Com isso em mente, vamos analisar os vários estágios do funil de marketing que os clientes experimentam.  Estágio 1 – Reconhecimento do Problema/Necessidade (TOFU) Reconhecer

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Omnichannel: saiba por que investir nessa estratégia de marketing

Planejamento Estratégico | 13 MINUTOS PARA LER Omnichannel: saiba por que investir nessa estratégia de marketing Potencialize seu alcance em 10 vezes e se torne global! Esse é o sonho da maioria dos empreendedores, por isso o tópico de hoje vai abordar uma estratégia que tem entregado bons resultados a quem a implementa no seu planejamento de marketing: o omnichannel. Engana-se quem pensa que para construir um caminho dentro do omnichannel basta apenas estar presente em diversos canais, sem um plano de integração. Isso seria, resumidamente, um desperdício de recursos. Uma ótima estratégia de omnichannel faz exatamente o oposto, criando o melhor uso dos dados e preparando o caminho para que os clientes cheguem até você (e, principalmente, permaneçam com você) naturalmente. Na sua maioria, os profissionais de marketing, utilizam todos os canais à sua disposição, mas como uma experiência agradável e contínua, fazendo assim com que seus clientes se tornem verdadeiros defensores da marca. Você sabia que ter o maior número possível de clientes defensores da marca é um grande benefício para o seu negócio? Veja nas estatísticas: 65% dos negócios de uma empresa vêm de clientes anteriores; 86% dos clientes comprarão de você novamente se eles tiverem uma ótima experiência de compra. Usar o marketing omnichannel como estratégia de retenção de clientes pode trazer resultados surpreendentes. Além disso, se estiver integrado ao seu sistema de gerenciamento de funcionários, também permitirá que os colaboradores façam seu trabalho de maneira mais rápida e inteligente. Para entender mais sobre esse assunto, continue a leitura. A seguir, vou te contar o que é, a importância e como funciona o marketing omnichannel. Confira: Conteúdo O que é Marketing Omnichannel? O marketing omnichannel utiliza a combinação de vários canais de marketing para criar uma única experiência consistente e holística do cliente em desktops, dispositivos móveis ou lojas físicas. A integração de todos os canais de marketing disponíveis aumenta o comprometimento, o envolvimento e a conveniência em toda a jornada do cliente. Uma estratégia eficaz de marketing omnichannel é a disponibilização da sua empresa nos canais que seus clientes optam. Veja alguns exemplos de canais que uma marca pode estar presente: Aplicativos da loja; Sites; Lojas online; Facebook; Instagram; Twitter; LinkedIn; YouTube; E-mail; Whatsapp; Telegram; SMS. Para os canais offline, existem canais como: Lojas físicas; Centros de chamada; Comerciais de TV; Demonstrações ao vivo, eventos, barracas de promoção de supermercados; Catálogos; Outdoors; Marketing de guerrilha. Alguns modelos de marketing omnicanal são: Clientes recebendo notificações push promocional enquanto encontram-se na loja; Clientes recebendo e-mails com recomendações de produtos; Clientes recebendo SMS promocionais com venda; Clientes compram pelo meio online, mas podem trocar na loja física; Clientes podem comprar pelo site/app e retirar na loja. Importância do Marketing Omnichannel Em meio a tanta concorrência, as marcas precisam criar estratégias para se destacar. O marketing omnichannel ajuda as empresas a se manterem relevantes e mais competitivas no mercado. Além disso, o hábito dos consumidores tem se transformado com a era digital, cada vez mais priorizam uma jornada satisfatória de compra. Por isso, os profissionais da área precisam se adaptar a essas mudanças. Aqui estão três benefícios da experiência omnichannel para os clientes: Cerca de 82% dos usuários de smartphones consultam seus dispositivos para ajudar a tomar decisões de compra (Think with Google); O resgate de cupons de desconto é 244% maior nas áreas mais afetadas pelo COVID-19; A taxa de reivindicação de cupons é 12% maior se as empresas compartilharem cupons diretamente (Universidade de Illinois). A experiência do cliente omnichannel contínua é baseada em três pontos importantes: Consistência; Sincronização entre canais de marketing; Liberdade na seleção de canais. Isso porque, não basta realizar apenas uma ação e acreditar que a sua empresa vai colher todos os benefícios do omnichannel. É preciso se manter consistente, investindo em estratégias eficazes desse marketing. Além disso, a escolha de canais não deve ser de forma aleatória, eles devem ser sincronizados entre si. Para que então, o cliente tenha uma experiência relevante e que pode levar ao aumento de vendas. Exemplo de Marketing Omnichannel na prática Uma viagem para a IKEA é algo que as pessoas planejam e dedicam o dia todo, porque geralmente inclui itens volumosos, configurações e outros enfeites. Para a maioria das pessoas, comprar móveis e bugigangas para casa é entediante, mas não aqui. Por que as pessoas amam tanto a IKEA? Além da tradição de longa data e do branding impecável, as pessoas o adoram por sua conveniência e uniformidade. Em todos os países, o processo é quase idêntico e as compras são feitas da forma mais conveniente possível. Em primeiro lugar, o site é excepcionalmente bem-feito. Mostra exatamente quantos itens desejados ainda faltam, onde encontrá-los e quais lojas os contêm. Você não precisa percorrer uma longa distância apenas para descobrir que ele se esgotou. Em caso afirmativo, você pode ser notificado por e-mail quando estiver em estoque novamente. Enquanto estiver lá, o cliente pode pegar o catálogo e folheá-lo em casa, caso precise de inspiração extra. Na parte inferior do site, o site da IKEA mostra recomendações personalizadas, como: “Colocar uma lâmpada no carrinho? Você vai precisar de algumas lâmpadas!”. Se você está lá apenas para realizar o trabalho, não para navegar, pode escolher a opção “clique em coletar” ou “peça que os itens sejam entregues a você”. Comprando do seu telefone? A IKEA tem alguns aplicativos legais, além de gratuitos: IKEA – aplicativo de loja ajustado para o seu smartphone, tão bom quanto o site; IKEA Place – permite que você veja como é o item que gostaria de comprar, como se encaixa no espaço (sofá, armário, etc.).  Você entendeu como a empresa aplica o marketing de omnichannel? Loja física (showrooms), site, loja online, catálogos e apps – eles atendiam às expectativas dos clientes de todas as formas imagináveis, com canais online e offline. O ponto principal é criar uma jornada do cliente sem atrito, não importam quantas vezes ele mude do site para um aplicativo ou do aplicativo para a loja física. O marketing omnichannel permite que você tenha muitas opções – e elas podem se multiplicar

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NFT Marketing: O que é e 5 dicas de como utilizar

Planejamento Estratégico | 10 MINUTOS PARA LER NFT marketing? Como sua marca pode usufruir dessa estratégia Apenas um ano atrás, praticamente ninguém sabia o que era um NFT. Atualmente, as NFTs têm feito manchetes sobre o que parecem ser simples imagens JPEG vendidas por dezenas de milhões de dólares em leilão. Se você é como a maioria das pessoas, está perguntando: “O que diabos está acontecendo aqui?”. Mas se você é um profissional de marketing, pode ter outro pensamento: “É possível usar NFTs para marketing?”. A resposta é, sim! Neste guia, vamos dizer o que são NFTs, como eles podem ser usados para marketing e também alguns exemplos de como outras empresas estão usando para esse fim. Conteúdo O que são NFT? Vamos começar entendendo melhor o que é um NFT antes de falar um pouco sobre NFT marketing. NFT significa token não fungível. Mas isso provavelmente não ajuda muito. Como você sabe o que “não” e “token” significam (ao menos em seu uso normal), o verdadeiro culpado aqui é “fungível”. Fungível é apenas uma palavra chique que significa intercambiável. Resumidamente, descreve um item que pode ser trocado por um item praticamente idêntico. Por exemplo, se você tem uma nota de um dólar e eu tenho uma nota de um dólar, podemos trocá-las e ninguém ficará mais rico ou mais pobre. Claro, tecnicamente eles não são exatamente a mesma nota de dólar, mas são os mesmos para todos os efeitos. Por outro lado, algo que não é fungível significa que você não pode trocá-lo por um item idêntico. As figurinhas da copa são um ótimo exemplo disso. Se eu tiver uma figurinha do Cristiano Ronaldo CR7 Legend Gold e você tiver uma figurinha do Neymar Legend bordô, se trocarmos, não teremos itens idênticos. Não apenas teremos cartas totalmente diferentes, mas os valores dessas cartas também serão diferentes. Para obter a imagem completa, agora precisamos adicionar a palavra “token”. Aqui, token refere-se a uma unidade de criptomoeda, um novo tipo de moeda virtual. Uma explicação mais profunda da criptomoeda está além do escopo deste guia, mas você pode pensar nisso como dinheiro virtual e um único token como uma única moeda virtual. As criptomoedas mais famosas, como Bitcoin e Litecoin, usam tokens fungíveis, um Bitcoin é um Bitcoin, puro e simples. Como resultado, você pode (em teoria) usá-los como faria com qualquer outra moeda. NFTs, no entanto, não podem ser usados ​​como notas de dólar, mesmo em teoria. Em vez disso, os NFTs são usados ​​principalmente para provar a propriedade de algo. Os NFTs ainda podem ter valor, assim como uma figurinha citada acima, mas você não pode simplesmente trocá-los como faria com uma moeda normal. Alguns NFTs podem ser totalmente únicos, como uma pintura, enquanto outros podem ter tiragens limitadas, como exemplo das figurinhas da copa do mundo 2022. Como resultado, os NFTs passaram a ser usados ​​principalmente para colecionáveis, como arte, recordações de jogos e música. Os NFTs têm recebido muita atenção ultimamente porque estão alcançando preços incrivelmente altos em leilões de arte. De fato, um exemplo são as unidades que o Neymar comprou da Bored Ape Yacht Club por 6 milhões: Quando você está olhando para o dinheiro assim, você vai despertar o interesse das pessoas. Não é surpresa, então, que as NFTs tenham se tornado o ativo especulativo do ano. Para que você possa entender melhor sobre NFT, principalmente para o nicho financeiro clique aqui. Como as NFTs estão impactando o marketing Embora os NFTs não estejam revolucionando o marketing no mesmo grau em que estão mudando o mundo da arte, algumas marcas começaram a experimentá-los depois de ver quanto interesse eles geraram. Entre as marcas que tentaram fazer marketing usando NFT marketing estão Taco Bell, Nike, Martha Stewart, SXSW, Campbell’s, Microsoft e Ray-Bans, entre outras. Na maioria das vezes, as NFTs estão sendo usadas no marketing da mesma forma que estão sendo usadas no mundo da arte: como uma forma de vender colecionáveis. A Ray-Bans, por exemplo, criou uma NFT de seus famosos óculos de sol Aviator, e a Pizza Hut Canada vendeu uma NFT de uma fatia de pizza (“a primeira pizza não fungível do mundo”) na Rarible por US$ 8.824: Essas peças podem gerar reconhecimento da marca à medida que os fãs lutam para colocar as mãos nos colecionáveis. Além disso, por causa de todo o interesse de notícias em torno de NFTs, os meios de comunicação podem estar mais dispostos a publicar uma história sobre o último lançamento de NFT de uma marca. No entanto, não está claro se as NFTs terão algum impacto a longo prazo no marketing, na verdade, nem está claro se os tipos de NFTs que alcançaram preços tão altos e causaram tanta neurose na mídia em primeiro lugar são algo mais do que uma moda passageira, de forma alguma. Neste momento, as NFTs em marketing são vistas principalmente como um truque: as marcas estão usando-as para acompanhar o hype atual, mas o veredicto é se há alguma longevidade na estratégia. Dito isso, o verdadeiro valor de qualquer campanha de marketing está na execução. Se uma marca tem uma ideia verdadeiramente única sobre como integrar NFTs em seu marketing a longo prazo e pode executar esse plano com maestria, essa marca pode acabar liderando um novo paradigma de NFT marketing ou até mesmo dentro do campo. Esse tipo de visão ainda está para ser visto tão cedo no jogo. Claro, há uma exceção a isso: empresas de tecnologia, blockchain, criptografia e NFT. Se uma marca é construída em torno de uma dessas áreas, é quase óbvio usar NFTs para marketing. No entanto, em um caso como esse, a fronteira entre o marketing e o produto em si pode ficar turva. Como você ganha dinheiro com NFTs? A partir de agora, existe uma maneira principal de criadores e marcas ganharem dinheiro com NFTs: vendê-los. Conceitualmente, o processo é bem simples: você faz uma obra de arte ou outro tipo de colecionável, transforma em um NFT, coloca em um marketplace e espera que um comprador compre: Muitos NFTs são vendidos por meio de leilões, mas também podem ser vendidos a um preço fixo. Os leilões, é claro, oferecem a oportunidade de obter um preço mais alto, mas também

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Planejamento Black Friday 2022

Planejamento Estratégico | 10 MINUTOS PARA LER Planejamento Black Friday 2022: estratégias para vender mais A Black Friday é uma das datas mais esperadas pelo comércio no Brasil todo. Na verdade, também é aguardada pelos consumidores que procuram melhores preços para os produtos na sua lista de compras. Esse evento que sempre foi popular nos Estados Unidos, ganhou força nos últimos anos aqui no nosso país. O dia da Black Friday acontece anualmente na última sexta-feira do mês de novembro. A data é uma oportunidade para as empresas aumentarem o número de vendas consideravelmente. Mas e o seu negócio, está preparado para oferecer a melhor experiência aos clientes e aproveitar ao máximo o evento? Em meio a tanta concorrência, para se destacar das outras lojas do seu segmento é preciso criar um planejamento estratégico de marketing. Alinhando os objetivos e como conquistá-los. A seguir, você vai entender como criar um planejamento estratégico eficiente para a sua empresa vender mais na Black Friday e conhecer também o uso de ferramentas essenciais como o CRO. Continue lendo para saber mais. Conteúdo Como criar um planejamento estratégico para a Black Friday? O gestor da empresa deve saber que a Black Friday não acontece apenas na data da última sexta-feira de novembro e sim dias antes. Isso porque, os consumidores interessados já começam a fazer pesquisas de preço e qualidade. Logo, a missão da marca para esse evento é conseguir oferecer a melhor experiência ao cliente desde o início do processo de procura. Para que assim, no final ele possa concluir a compra no seu site e não no do concorrente. Para conquistar esse objetivo é necessário traçar um plano estratégico de marketing para alinhar quais são as metas da empresa e qual será o caminho para atingir todas elas. O foco deste texto será mostrar como construir esse planejamento, mas também como aproveitar a tecnologia a favor do seu negócio. Assim, o seu e-commerce pode se tornar muito mais atrativo ao cliente. Veja agora dicas de como criar um planejamento estratégico para a Black Friday de 2022: 1. Descubra as necessidades e desejos do público-alvo Não é possível elaborar estratégias se você ainda não sabe o que o seu público-alvo está buscando na hora da compra. Por isso, a primeira etapa do planejamento deve ser uma pesquisa para coletar dados sobre os consumidores. A ideia é utilizar a tecnologia para encontrar essas informações, existem várias formas de monitorar o desejo de compra dos brasileiros. Por exemplo, por meio das redes sociais. Plataformas como o Twitter, permitem que você faça uma pesquisa com palavras-chaves do seu segmento que podem revelar dados sobre o comportamento do público para esse ano. A NielsenIq é uma empresa que conta com melhores profissionais analistas de dados e cientistas, simplificando a complexidade das informações do mundo do e-commerce e revelando poderosos insights através de histórias claras e convincentes. Eles capturam informações reais, para permitir que você pense no futuro e tome decisões com segurança. A empresa disponibiliza o Webshoppers em seu site e você pode acessar clicando aqui. Além das ferramentas citadas acima você ainda pode contar com o Google Analytics vinculado em seu site ou até mesmo o Google Trends, que são ferramentas gratuitas. 2. Analise os resultados dos últimos anos de Black Friday Outra parte importante do planejamento é olhar para o histórico da empresa, nesse caso em específico, para os resultados obtidos nos últimos anos no dia do evento de Black Friday. Faça uma análise de quais foram os produtos mais vendidos, quais foram as estratégias usadas anteriormente e qual foi o feedback dos clientes que tiveram a experiência com a loja. Assim, será possível fazer um diagnóstico das ações que podem ser mantidas pela marca e do que precisa ser melhorado. Além de priorizar os produtos que costumam ser mais procurados pelos consumidores. 3. Prepare-se para atender a alta demanda O atendimento ao público oferecido por uma empresa faz toda a diferença na conversão final em vendas. Por isso, esteja preparado para receber os clientes e proporcionar uma ótima experiência de compra. Mesmo se o seu negócio é local e não costuma ter um movimento muito grande, é importante lembrar que o público procura por descontos nesse dia de Black Friday e que a demanda pode sim aumentar. Logo, a dica é estar com a sua loja física e o seu e-commerce prontos para oferecer um serviço de qualidade. Planeje com sua equipe de colaboradores para que consigam atender a todos, inclusive as dúvidas que podem surgir nas redes sociais. 4. Desenvolva estratégias eficientes Com todas as informações em mãos e um diagnóstico pronto do que o consumidor está procurando nessa Black Friday, é hora de elaborar as estratégias que vão te diferenciar do concorrente e te fazer a escolha do público. Se o seu comércio funciona no formato físico e online, é preciso pensar em ações para ambos, lembrando que cada um possui as suas características. Assim como quem tem apenas loja virtual. A ideia é facilitar o processo de compra do cliente, tornando a sua experiência o mais agradável possível. Lembrando de criar um conjunto de ações também para as redes sociais da empresa. 5. Invista em tecnologias de otimização Por fim, depois de passar por essas etapas do planejamento, a dica final é utilizar ferramentas que podem melhorar ainda mais as suas vendas. As chamadas estratégias de otimização são aplicadas principalmente nos e-commerces. Com elas, é possível tornar o site do seu negócio muito mais atrativo e aumentar a taxa de conversão em vendas. Assim, o dia da Black Friday pode render mais lucros do que o esperado. Uma das estratégias mais implementadas nas empresas, inclusive nos grandes nomes do comércio, é chamada de CRO. Logo abaixo você vai entender o que é e como utilizar a seu favor. Continue a leitura! O que é estratégia de CRO? A sigla CRO é a abreviação para o termo em inglês “Conversion Rate Optimization” que em sua tradução significa “Otimização da Taxa de

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